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Livelo: 87% dos usuários veem pontos como forma de economia e 80% dizem ter melhorado organização financeira

Levantamento mostra uma mudança na percepção sobre os pontos (Imagem IA/ChapGPT)

Os programas de fidelidade estão ganhando espaço na gestão financeira dos brasileiros. É o que aponta o estudo inédito A Economia Comportamental dos Pontos, realizado pela Livelo em parceria com o LAB Humanidades, da AlmapBBDO. Segundo a pesquisa, 87% dos usuários consideram o acúmulo de pontos uma forma efetiva de economia, enquanto 80% afirmam que os programas contribuem para uma melhor organização das finanças.

O levantamento mostra uma mudança na percepção sobre os pontos, que deixaram de ser vistos apenas como recompensa e passaram a ser considerados um ativo de valor. Entre os usuários, 79% dizem que o saldo de pontos é tão real e valioso quanto o dinheiro na conta corrente, e 85% consideram os pontos acumulados parte de seu patrimônio.

Pontos influenciam hábitos de consumo

A pesquisa também identificou impactos no comportamento financeiro. 82% dos entrevistados afirmam acompanhar a fatura do cartão de crédito com mais rigor desde que passaram a acumular pontos. O mesmo percentual diz ter transferido pagamentos feitos em débito, Pix ou dinheiro para o cartão de crédito com o objetivo de ampliar o acúmulo de benefícios.

Além disso, 79% afirmam sentir maior segurança financeira por possuir pontos acumulados, enquanto 72% consideram esse saldo uma espécie de reserva para situações de emergência.

Índice Livelo mede maturidade do setor

Para acompanhar essa transformação, a Livelo lançou o Índice Livelo da Fidelidade (ILF). A primeira edição registrou 75,8 pontos, indicando, segundo a empresa, um estágio avançado de maturidade na relação dos consumidores com os programas de fidelidade.

O indicador é formado por três dimensões: o Índice de Potência de Consumo (IPC), com 72,5 pontos; o Índice de Influência Comportamental (IIC), com 77,6; e o Índice de Confiança e Transparência (ICT), com 77,4 pontos.

O estudo ouviu 1.250 pessoas de todas as regiões do Brasil, entre 18 e 60 anos. A amostra foi composta por 70% de usuários e 30% de não usuários de programas de fidelidade. A coleta quantitativa foi realizada pelo Instituto On The Go, com metodologia e análise desenvolvidas pelo LAB Humanidades.

Para a Livelo, os resultados mostram que os programas de fidelidade passaram a influenciar não apenas o momento do resgate dos pontos, mas também decisões sobre marcas, produtos, formas de pagamento e planejamento financeiro.

Mais informações sobre o estudo estão disponíveis no link.

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