Lembrada até hoje por ter interpretado mocinhas marcantes como Nanda, de “Páginas da vida” (2006), e Ana, de “A vida da gente” (2011), Fernanda fala sobre a experiência de ter vivido agora uma mulher perversa. “As vilãs permitem acessar lugares menos óbvios. A Samira, por exemplo, tem ambivalências, contradições e um lado obscuro que tornam tudo mais desafiador e interessante. Isso amplia muito o campo de criação da atriz e tira a gente de um lugar mais confortável”, diz.