Trouxe-a para casa do veterinário naquela tarde de sexta-feira, tranquila, sem dor e enrolada em seu cobertor. Deitei seu corpo na grama, com o sol brilhando e os pássaros cantando, e soltei meus outros spaniels para vê-la. Após um cheiro rápido, todos, exceto um, a deixaram em paz e foram explorar. O sobrinho de Bobbi, Bertie, no entanto, sentou-se ao lado dela. Ele cheirou. Ele lambeu. Ele examinou. Por quase meia hora, ficamos sentados juntos em silêncio enquanto os outros corriam pelo jardim. Bertie era amigo de Bobbi e, apesar de toda a minha formação científica, eu sabia que ele sabia que ela tinha partido. Fico feliz por ter dado a ele o tempo para processar, da maneira que fosse, a mudança que ele sentiu nela.