Para ela, ainda são recorrentes abordagens inadequadas em processos seletivos: “Quando observamos as perguntas feitas por recrutadores, fica evidente um viés preocupante. Muitas mulheres ainda são questionadas sobre maternidade ou planos de ter filhos. Esse tipo de abordagem, além de antiética, afasta talentos e empobrece as organizações”, afirma.