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Turista dos EUA viraliza com reação de pânico ao entrar em rio da Amazônia com botos-cor-de-rosa

Adeline Tedesco ficou entusiasmada quando soube que poderia nadar com botos-cor-de-rosa na Amazônia.
A americana de 31 anos, moradora de Nova York, que estava fazendo uma excursão pela região brasileira, queria conhecer animais típicos.
O dia teve de tudo um pouco: Adeline viu macacos, bichos-preguiça, colheu açaí, ouviu sobre plantas medicinais…
“Foi uma excursão de um dia inteiro pela floresta amazônica. Começou com uma viagem de duas horas de carro saindo de Manaus, seguida por uma caminhada de duas horas pela bacia. Fizemos passeios de barco pelo rio durante a estação seca, quando o canal fica extremamente estreito, pescamos piranhas e vimos jacarés ao entardecer como se fosse a coisa mais normal do mundo”, contou ela à “People”.
Foi aí que ela soube que poderia interagir com botos-cor-de-rosa. Adeline já estava cansada, mas ficou empolgada.
“Eu não fui especificamente para nadar com eles, mas tenho um amor genuíno por animais em seus habitats naturais, então pensei: por que não adicionar essa excursão à lista?”, relatou ela. “Encarei o dia inteiro com uma vontade enorme de absorver tudo. Existem poucos lugares na Terra onde você pode encontrar tantos animais diferentes em uma única tarde, então eu não estava lá para cumprir uma lista. Eu estava lá para dizer sim a tudo”, acrescentou ela.
Quando entrou na água, recebeu um colete salva-vidas e foi conduzida a um píer de madeira sobre um trecho raso do rio, onde dois botos costumam aparecer.
A americana pensou que seria um momento “divertido e fofo” com os cetáceos amigáveis, mas, na realidade, as coisas aconteceram de forma um pouco diferente:
“O guia os alimentou, eu entrei e imediatamente percebi que tinha feito uma escolha irreversível. A água era completamente marrom escura. Eu estava com água até a cintura e não conseguia ver minha própria mão na água. Eu realmente presumi que, por ser raso, eu conseguiria ver alguma coisa, mas estava enganada. E então, antes que eu pudesse processar tudo, golfinhos muito grandes, muito fortes e muito viscosos começaram a deslizar seus corpos ao redor das minhas pernas e torso, quase me derrubando. Eu não conseguia vê-los de jeito nenhum.”
Adeline, uma amiga e um guia: experiência com botos na Amazônia
Reprodução
Em pânico, Adeline bate em retirada de rio da Amazônia após encontro com botos
Reprodução/TikTok
Durante o encontro, Adeline teve uma “sensação extremamente perturbadora”.
“Eu podia senti-los nadando ao meu redor, mas não conseguia ver nada, o que cria uma sensação profundamente perturbadora e sinistra que nenhuma quantidade de conversa interna do tipo ‘é só um golfinho’ conseguia dissipar. Eles emergiram sem aviso… simplesmente apareceram de repente, o que me deixou em um estado permanente de pânico”, explicou a turista, cujo vídeo do encontro já foi visto mais de 19 mihões de vezes após postagem em maio.
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Embora Adeline tenha acariciado os dois animais e até mesmo voltado para a água uma segunda vez sozinha, “só para provar que conseguia”, eventualmente, seu “corpo deu o aviso final” e ela saiu da água.
Assim que saiu da água, ela se sentiu “realizada, aliviada e um pouco preocupada”, mas “pronta para literalmente qualquer coisa pelo resto do dia, contanto que não envolvesse voltar para aquela água”.
Adeline Tedesco sai de rio na Amazônia após encontro ‘assustador’ com botos
Reprodução/TikTok
Apesar de incentivar outras pessoas a experimentarem, quando perguntada se faria tudo de novo, Tedesco admitiu:
“Acho que nunca mais conseguiria entrar naquela água.”

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