O Ministério Público de São Paulo e a AGU disputam no STF o destino de cerca de R$ 165 milhões bloqueados de Paulo Maluf. O MP defende que os recursos sejam repassados à Prefeitura de São Paulo para ressarcir prejuízos causados por desvios em obras públicas.
A AGU sustenta que os ativos confiscados passaram ao patrimônio da União e que a repatriação só ocorreu graças à atuação do governo federal. A PGR também se manifestou contra o repasse ao município e defendeu a transferência dos bens para a União.
O caso será decidido pelo ministro Alexandre de Moraes. A defesa de Maluf pede que as ações sejam vendidas e que os recursos obtidos sejam usados para cumprir o acordo firmado com o MP paulista.