A Suprema Corte dos EUA manteve leis que proíbem meninas e mulheres transgênero de competir em equipes esportivas femininas escolares. A decisão foi celebrada por Donald Trump, que a classificou como uma “grande vitória”.
Por 6 votos a 3, a Corte entendeu que as normas de Idaho e Virgínia Ocidental não violam a Constituição nem o Título IX. A maioria afirmou que os estados podem restringir a participação para preservar a segurança e a igualdade competitiva.
A decisão tende a fortalecer leis semelhantes em outros estados. A ala liberal discordou, argumentando que não há base científica suficiente para excluir automaticamente estudantes transgênero das competições.