A retirada do outdoor que utilizava a imagem da ex-atriz de filmes eróticos Mia Khalifa para promover a venda de cachorros quentes em Araranguá, no Sul de Santa Catarina, repercutiu nas redes sociais na quinta-feira (23). Diferentes influenciadores se posicionaram sobre o caso e a lanchonete responsável pela publicidade, o Atacadão Dog, utilizou a polêmica para promover o empreendimento.
O empresário gaúcho Ricardo Frozi afirmou em um vídeo nas redes sociais que a ideia da publicidade partiu dele. Na publicação, o empreendedor disse estar com nojo de ser brasileiro após a retirada do anúncio. “Vocês não se revoltam com BET – casas de aposta –, com Virgínia, com Neymar, se revoltam com o pequeno empreendedor, porque é fácil bater no pequeno”, apontou.
Empresário gaúcho Ricardo Frozi se revoltou com a retirada da propagandaVídeo: Reprodução/Redes Sociais/ND Mais
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Frozi revelou que a propaganda foi utilizada inicialmente para promover a sua lanchonete, no Rio Grande do Sul, e que a réplica do anúncio em Araranguá ocorreu porque o proprietário do negócio era seu seguidor. “Essa placa é minha, eu tive a ideia. Se for pra bater em alguém, bate em mim. Vem tirar minha placa, eu não tenho medo, eu boto outra”, declarou.
Lanchonete usou repercussão do outdoor com a Mia Khalifa para promover o negócio
Lanchonete usou repercussão do outdoor com a Mia Khalifa para promover o negócioFoto: Reprodução/Natália Silveira/Post TV/ND MaisO Atacadão Dog, lanchonete catarinense responsável pelo anúncio, utilizou a polêmica para promover a venda dos cachorros quentes oferecidos. Nas redes sociais, o empreendimento afirmou que o cachorro quente conseguiu deixar a cidade toda de boca aberta.
“Teve gente que amou, teve gente que odiou, teve gente que ficou indignada e teve gente que só ficou com vontade de pedir um dog”, destacaram na publicação. A lanchonete também lançou uma promoção especial na data, afirmando que os 10 primeiros pedidos que escrevessem “Mia, paga o meu” ganhariam um presente.
Caso gerou ataques pessoais à criadora do abaixo-assinado
Alexandre Paiva atacou a autora do abaixo-assinado nas redes sociaisFoto: Reprodução/Redes Sociais/ND MaisA repercussão do caso também gerou ataques pessoais à criadora do abaixo-assinado. Nas redes sociais, o presidente do IDDH (Instituto de Defesa dos Direitos dos Homens), Alexandre Paiva, classificou a mulher como “feminazi”.
“Ela juntou com um bando de feministoide, fez um abaixo-assinado e está denunciando para o Ministério Público”, afirmou.