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Brasil critica perseguição a opositores políticos na Venezuela

 Após a posse de Nicolás Maduro para o terceiro mandato como presidente da Venezuela, o governo brasileiro informou neste sábado (11) que acompanha com grande preocupação as denúncias de violações de direitos humanos a opositores, sobretudo após as eleições de julho do ano passado, alvo de contestações por diversos venezuelanos e outros países.Brasil critica perseguição a opositores políticos na Venezuela 1

Em nota divulgada neste sábado, o ministério de Relações Exteriores brasileiro, o Itamaraty, disse reconhecer alguns gestos de Maduro, como a liberação de mais de mil detidos nos últimos meses e a reabertura do escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos das Nações Unidas na capital Caracas.

Apesar disso, o governo brasileiro lamenta os recentes episódios de prisões, de ameaças e perseguição a opositores políticos e completa que para o funcionamento de um regime democrático “é fundamental que se garantam a líderes da oposição os direitos elementares de ir e vir e de manifestar-se pacificamente com liberdade e com garantias à sua integridade física”.

Por fim, o Itamaraty pede pelo diálogo entre as forças políticas venezuelanas com base no respeito pleno aos direitos humanos. Nessa sexta (10), Nicolás Maduro assumiu a presidência da Venezuela e continua presidente do país. O ato ocorreu em meio a protestos de opositores que questionam a transparência do processo eleitoral.

Além de outros líderes, o presidente Lula defendeu que Maduro divulgasse os documentos oficiais que comprovem a vitória na eleição de julho passado.

 


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