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Com KondZilla, GR6 e Flint, OpenAI Leva IA Para Periferias Brasileiras


A primeira edição, chamada Crias.BR, ocorreu em São Paulo, no Museu das Favelas, na semana passada

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A OpenAI segue com seu plano de expansão no Brasil, após o anuncio de um escritório no pais, a empresa dona do ChatGPT realizou, na semana passada, o primeiro evento de um projeto que tem como objetivo levar letramento em inteligencia artificial para periferias brasileiras.

O Mutirão AI conta com um programa de aulas, workshops e treinamentos, além de um programa de EAD e foi desenvolvido em parceria com a KondZilla, GR6 e Flint. A primeira edição, chamada Crias.BR, ocorreu em São Paulo, no Museu das Favelas, na semana passada e ja reuniu especialistas no tema, entre eles Paulo Aguiar, Thais Martan e Wendell Nunes, além de participação de Tico Fernandes, da KondZilla, e Christian Rôças, da Flint.

“A inteligência artificial é uma ferramenta de empoderamento. Quando o acesso é democrático, ela fortalece vozes, talentos e negócios criativos”, afirma Varun Shetty, Vice Presidente de Parcerias da OpenAI, que veio ao país especialmente para o lançamento. “Em uma comunidade tão engajada e altamente criativa como o Brasil, o impacto positivo cresce ainda mais quando aproximamos a tecnologia das comunidades que mais inovam, podendo adicionar impacto real no futuro do país”, conclui.

Konrad Dantas, fundador da KondZilla, e referência na conexão entre cultura e tecnologia, destaca que o funk nasceu da criatividade de quem nunca teve acesso à tecnologia “e agora está usando a tecnologia para contar suas próprias histórias.” As próximas edições presenciais, previstas para 2026, terão participação de grandes nomes da indústria como Kevinho , Livinho , MC Davi , Lexa , MC Don Juan e MC Hariel. Para Rodrigo Oliveira, presidente da GR6, o projeto marca um divisor de águas entre a cultura popular e o avanço tecnológico. “Estamos diante de uma revolução. A inteligência artificial não substitui o talento, mas potencializa o alcance e a voz de quem antes era invisível. Essa parceria simboliza o novo ciclo do funk: um movimento que nasce da quebrada e se conecta com o mundo através da tecnologia”, comenta Rodrigo.

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