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Cibersegurança nas Empresas: o Que os Executivos Precisam Entender Agora

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

A pergunta que as empresas deveriam estar fazendo não é “vamos ser atacados?”, mas “quando formos atacados, conseguimos sobreviver?”. É com essa premissa que Roberto Rebouças, gerente-executivo da Kaspersky no Brasil, e Fagner Almeida, líder de infraestrutura e segurança da informação da Biolab Farmacêutica, abrem o mais recente episódio do Forbescast.

O debate parte de um dado que muda o enquadramento do problema: o criminoso digital de hoje opera como um empresário. Ele aluga plataformas de ataque no mercado, analisa viabilidade e só age quando o retorno supera o custo. Isso significa que o nível de proteção necessário não precisa ser absoluto — precisa ser suficiente para tornar a empresa um alvo menos atrativo do que a concorrente.

Na prática, o principal desafio continua sendo justificar o investimento para o board. A saída encontrada por Almeida na Biolab foi mudar o vocabulário: trocar “segurança” por “continuidade de negócio”. Um projeto de disaster recovery, por exemplo, deixa de ser despesa de TI e passa a ser garantia de que a empresa segue operando — e faturando — mesmo diante de um incidente.

A conscientização dos colaboradores fecha o raciocínio. Treinar 4.000 funcionários não adianta se o CEO clica em qualquer link. A proteção precisa ser top-down, contínua e testada — não uma campanha anual.

Assista ao episódio completo no player abaixo:

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