O Ministério Público de São Paulo (MPSP), deflagrou nesta quinta-feira (28) mais uma operação que mira o uso de fintechs pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) para lavar dinheiro do tráfico de drogas e armas. A ação Fluxo Oculto é um desdobramento da Carbono Oculto, realizada em agosto do ano passado que descobriu um esquema bilionário de fraude em combustíveis pela facção, movimentação de recursos dos atos ilícitos e aplicação em fundos de investimentos em empresas financeiras da Avenida Faria Lima, via de São Paulo considerada o “coração” do mercado financeiro brasileiro.
Nesta nova fase, a promotoria investiga seis fintechs que teriam começado a ser usadas pelo PCC após as utilizadas anteriormente terem sido bloqueadas ou liquidadas após a deflagração da operação Carbono Oculto. Os nomes das empresas ainda não foram divulgados.
“Um poderoso núcleo financeiro, sendo utilizadas para compensações financeiras internas entre diversas distribuidoras e postos de combustíveis, compensações financeiras entre empresas e fundos de investimentos administrados pela organização criminosa, pagamentos de colaboradores e pagamentos de gastos e investimentos pessoais dos principais operadores”, afirmou o MPSP em nota.
Mais informações em instantes.