O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, voltou a defender o boicote do país ao Eurovision em protesto contra a participação de Israel. Segundo ele, a decisão reflete o compromisso espanhol com os direitos humanos.
Sánchez afirmou que a ausência no festival é uma medida “coerente” e necessária diante da guerra em Gaza e no Líbano. O premiê declarou que “o silêncio não é uma opção” diante da crise humanitária na região.
Além da Espanha, Islândia, Irlanda, Países Baixos e Eslovênia também ficaram fora do Eurovision. A final do concurso será realizada neste sábado, em Viena, na Áustria.