Os principais bancos do país elevaram as provisões para perdas com crédito no início de 2026 diante do avanço da inadimplência. Banco do Brasil, Santander, Itaú e Bradesco somaram R$ 44,8 bilhões em despesas ligadas ao risco de calote.
Segundo o Estadão, o aumento reflete os efeitos da Selic elevada, do maior endividamento das famílias e das dificuldades enfrentadas por empresas. O Banco do Brasil registrou piora mais intensa, especialmente na carteira do agronegócio.
Especialistas avaliam que o cenário pode continuar pressionando o sistema financeiro nos próximos meses. O Novo Desenrola foi bem recebido pelo setor, mas analistas consideram que o impacto do programa sobre a inadimplência deve ser limitado.