A proposta de delação do empresário Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, prevê o ressarcimento de até R$ 1 bilhão em impostos sonegados. O acordo ainda depende de aprovação do Ministério Público de São Paulo.
Investigado por esquema de fraude no setor de combustíveis, ele apresentou documentos e citou nomes de magistrados e servidores ligados ao caso. Promotores, porém, cobram mais provas, especialmente sobre possível ligação com o PCC.
Apontado como um dos principais operadores do esquema, o empresário está foragido e negocia o acordo a partir do exterior. A delação é considerada estratégica por incluir devolução significativa aos cofres públicos.