A artista Dolly Parton morreu aos 80 anos após uma batalha secreta contra um câncer. A informação foi confirmada ao jornal NY Post pelos representantes da cantora, e o detalhe sobre o sepultamento também foi revelado: ela pediu para ser enterrada em uma “bela cama de algodão macio”.
O anúncio oficial foi feito pelo sobrinho e chefe de segurança da artista, Bryan Seaver, que publicou um vídeo encomendado pela própria cantora anos antes.
Saúde da artista era mantida em sigilo
Dolly Parton faleceu no Centro de Câncer Vanderbilt-Ingram, cercada por familiares. Cinco dias antes do óbito, ela havia sido internada com problemas renais e autoimunes no Tennessee.
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Em sua última entrevista, no dia 21 de agosto, a cantora relatou que enfrentava problemas de saúde aos quais não deu atenção enquanto cuidava do marido. Carl Thomas Dean faleceu aos 82 anos, em março de 2025.
O cancelamento de uma apresentação no parque Dollywood já havia ocorrido dias antes. Na ocasião, o médico proibiu a artista de viajar devido a quadros de tontura e desidratação.
Após uma vida de strass, Parton queria descanso
O vídeo publicado no Instagram por Bryan Seaver foi planejado com antecedência. Segundo o sobrinho, o pedido da cama de algodão macio tinha um motivo claro.
Após passar a vida inteira usando figurinos pesados de strass, Dolly Parton afirmou que finalmente merecia se sentir confortável em seu descanso.
A última aparição pública de Dolly Parton ocorreu no dia 19 de agosto de 2026. A artista participou virtualmente da cerimônia do ACM Honors para aceitar o prêmio ACM de Poesia.
Após a confirmação da morte, atrizes que trabalharam com a cantora se manifestaram publicamente. Nomes como Julia Roberts, Sally Field e Lily Tomlin divulgaram comunicados lamentando o falecimento.
Os representantes ressaltaram as doações de livros e o financiamento de pesquisas feitos pela artista ao longo da vida como seu impacto duradouro.