A Polícia Federal apontou mensagens do senador Jaques Wagner (PT-BA) como indícios de atuação alinhada aos interesses do Banco Master. Segundo informações publicadas pelo Estadão, investigadores identificaram conversas em que o parlamentar demonstra interesse em acompanhar assuntos relacionados à instituição financeira.
Em uma das mensagens analisadas, Jaques afirma que precisava saber “como estão as coisas do banco” ao combinar um encontro com Augusto Lima, ex-sócio do Master. Para a PF, os diálogos integram um conjunto de elementos que indicariam engajamento do senador em pautas de interesse do conglomerado entre 2022 e 2025.
A defesa de Jaques Wagner afirmou ao Estadão que não houve atuação ou intermediação em favor do banco e sustentou que as conversas tinham caráter pessoal. Os advogados também disseram que a atuação do senador é pautada pelo interesse público e pela defesa dos consumidores.