A equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou, nesta terça-feira (13), o canal de Whatsapp “Exército do Lula” como parte dos canais oficiais de comunicação da campanha de reeleição no Tribunal Superior Eleitoral.
A formalização ocorre após o canal ter sido derrubado duas vezes por impasses na Justiça Eleitoral envolvendo ordens de diferentes ministros da Corte. Nesta terça-feira, o grupo foi derrubado por decisão do presidente do TSE, Kássio Nunes Marques, que suspendeu o canal até que houvesse a formalização de registro, entre outras medidas legais.
Na decisão, o ministro também destacou que Lula poderá ser responsabilizado por eventuais irregularidades na utilização do espaço, que passa a ser considerado parte da campanha eleitoral.
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A disputa entre ações na Corte começou com uma ação apresentada pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que acusou o canal de disseminar informações falsas sobre propostas atribuídas ao senador, incluindo mudanças em regras de aposentadoria e programas sociais.
Uma análise técnica realizada pelo TSE não identificou publicações falsas entre as mensagens examinadas. Parte do conteúdo, porém, havia sido apagada antes da verificação, o que limitou o alcance da análise.
A acusação resultou na primeira suspensão do canal, que havia sido revertida pelo corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, ainda neste final de semana.
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